terça-feira, 16 de agosto de 2011


" Mas o amor é como pássaro, 
mas no ar que pé no chão"
Luis Kiari

sexta-feira, 12 de agosto de 2011



Bebi, chorei, ouvi Maria Bethânia, fumei demais,
tive insônia e excesso de sono,
falta de apetite e apetite em excesso,
vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro).
Agora está passando:
um band-aid no coração, um sorriso nos lábios –
e tudo bem. Ou: que se há de fazer.


Caio Fernando Abreu






quarta-feira, 10 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011



Sinto saudades do que não foi.
Penso no que poderia ter sido.
Sonho com o que acontecerá.
Infelizmente, deixei de viver o presente.





sábado, 6 de agosto de 2011



' Procuro esconderijo
encontro um novo abrigo
como a arte do seu jeito
e tudo faz sentido '



Ana Canãs - Esconderijo

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011



Há muito tempo que não escrevo um texto meu aqui .. muito tempo mesmo, mas como eu tô com uma quantidade excessiva de coisas pra reclamar e falar e me expressar, vamos lá. Preciso me expressar não só pra extravasar a fase que tô passando mas pra libertar coisas entaladas aqui dentro.
E é visível que eu não tô bem, mas não tô bem por um monte de coisas. Não tô bem porque meus amigos estão em crise, não tô bem porque meu namoro ta uma bosta, acho que vou começar a falar que tô mal porque o mundo ta girando ao contrário. Ao contrário de nós, ao contrário do que tô sentindo. 
Já parei pra pensar em várias coisas, até que a culpa era minha, mas depois de um tempo tomando no cú, eu vi que não, a culpa não era minha, a culpa era é do filha da puta do destino que bagunça minha vida o tempo todo, porra destino, dá um tempo, uma pausa, só pra um lanche. Afinal de contas eu mereço um pouquinho de amor as vezes né, não tô pedindo o tempo todo porque sei que é muito, tô pedindo assim .. uma vez a cada 6 meses, ou algo assim. Acho que não é nada demais né .. e faz bem pro coração.
PAUSEI. Pausei porque eu fui reler essa merda que eu estou escrevendo e vi que saí do que eu tava pensando, saí da porra do foco que o Zarur falava toda semana naquela bendita aula. Na verdade, na verdade, acho que o foco é a minha vida, meus dilemas, minhas angústias, meus desejos, meus amores, a porra da minha nada mole vida. Acho que lágrimas não vão mais lavar minha alma, não vão mais inundar minha cama, mas por que ainda continuo chorando? Por que ainda continuo me lamentando e vendo essa porra passar pelos meus olhos? Não sei, mas eu vou tentar seguir por outro caminho, seguir em outra direção, mudar de rumo, de lógica. Ser outro ser humano. Mudanças. Mudanças. Muitas mudanças por favor, um café bem forte e um rascunho de reclamação.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011